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Elsa Mendes

Coordenadora Nacional do Plano Nacional de Cinema, na Direção-Geral da Educação (Lisboa), desde 2014. Doutoramento em Letras - Estudos de Cultura, Especialidade Estudos Norte-Americanos - Estudos Fílmicos (Universidade de Lisboa). Mestrado em História de Arte - Especialidade História da Arte Contemporânea (FCSH- Universidade Nova de Lisboa). Trabalha na Direção-Geral da Educação (DGE) desde 2014. Atividade docente entre 1983 e 2014. Investigadora integrada no Grupo de Investigação, Media e mediações culturais (CEMRI- Universidade Aberta).

Membro efetivo de Júri nos Concursos do Instituto do Cinema e do Audiovisual (ICA), em projetos de investigação académica de Mestrado e Doutoramento e em diversos Festivais de Cinema. Membro da Academia Portuguesa de Cinema. Integra diversas Comissões Científicas e Comissões de Honra na área do cinema e audiovisual. Cocoordena o grupo Cinema e Educação na Associação de Investigadores de Imagem em Movimento (AIM). Integra a Comissão Pedagógica da Associação de Professores de História (APH). Tem publicado o seu doutoramento, A Cruz, o Gládio e a Espada: representações da História no cinema de Cecil B. DeMille (2015).

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Vasco Pinto Leite

VASCO PINTO LEITE nasceu em Lisboa a 6 de Abril de 1936. Formou-se em 1959 em engenharia civil pelo Instituto Superior Técnico. A par da sua atividade profissional como engenheiro dedicou-se, desde a segunda metade dos anos 60 até 1974, à realização e divulgação de filmes não profissionais, com projeções e debates por todo o país, bem como à organização da atividade, em Portugal e nos territórios de Angola e Moçambique e, ainda, nas relações internacionais do movimento.
É autor de curtas metragens com diversos prémios nacionais e internacionais. 

Para a televisão realizou as séries “Memória Audiovisual” (1987 a 1989), ”A Casa Sagrada de Malangatana” (1995) e “Encontros de África” (2001), 

Publicou em vários trabalhos literários com destaque para livro “O Corpo de Delito - A Ideia do Futuro e a Questão Cultural Portuguesa” (2013), uma reflexão sobre a questão cultural portuguesa desde o período logo antes e após o 25 de Abril.

É membro da Presidência do “Conselho Português para a Paz e a Cooperação” e co-fundador do “MPPM - Movimento pelos Direitos
do Povo Palestino e pela Paz no Médio Oriente”.

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Luísa Homem

Nasce em 1978. Realizadora, montadora e sócia-fundadora da produtora TERRATREME Filmes, Luisa Homem vive actualmente em Lisboa. Frequentou a licenciatura de Ciências da Comunicação – Cinema, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, da Universidade Nova de Lisboa, e na Universidade Paris 8. No âmbito do Programa de Criatividade e Criação Artística, da Fundação Calouste Gulbenkian, participou no curso de realização de documentário dos Ateliers Varan. Realizou filmes de arte no seio do Laboratório de Criação Cinematográfica da FCSH, diversos filmes institucionais, uma série televisiva para a RTP2 sobre Museus de Arte em Portugal – UM DIA NO MUSEU. Co-realizou dois documentários AS CIDADES E AS TROCAS, com Pedro Pinho, e SÃO TOMÉ: NO TRILHO DOS NATURALISTAS, com Tiago Hespanha. Colaborou na escrita do argumento, na direcção de arte e na montagem da longa metragem A FÁBRICA DE NADA, realizada por Pedro Pinho. Como montadora, colaborou com diversos realizadores, entre os quais João Vladimiro, Inês Sapeta Dias, Leonor Noivo, Filipa Reis e João Miller Guerra, Frederico Lobo, Pedro Pinho, Tiago Hespanha, Leonor Teles, entre outros. Actualmente está a desenvolver um filme sobre a geógrafa Suzanne Daveau, um argumento para uma primeira longa-metragem, participa na escrita de um novo argumento de Pedro Pinho, e é co-directora e professora no curso Cinema/Imagem em Movimento do Ar.co.

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João Amaro Gomes

João Gomes formou-se em montagem e realização pela ESTC e em Sociologia pela UNL. Desde 2011, produziu, realizou e escreveu uma dezena de obras cinematográficas e audiovisuais. Destacam-se obras como “Couto Mixto” (2023), curta distinguida com 5 prémios e ampla circulação internacional, e “Noite de Santo António”, (2015), projeto final do mestrado que lhe garantiu a sua conclusão com honra e várias seleções internacionais.

Todas as suas obras foram exibidas pela RTP, incluindo o seu primeiro filme, o documentário “Natália, A Diva tragicómica”, (2011), e a série documental “Filhos de Tuga” (2024), que ultrapassou meio milhão de espetadores. Além da sua atividade como cineasta, é também crítico de cinema, formador e programador cultural, tendo fundado o Festival Internacional Cinalfama em 2009, do qual permanece diretor artístico.

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